quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

DESAFIOS DA PÓS-MODERNIDADE


“E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina, porquanto os ensinava com autoridade e não como os escribas. MATEUS 07:28-29”
Resgate à Supremacia

O costume, a prática de viver junto, serve de parâmetro para a vida, serve para o ego humano, o se sentir “gente”.  Hoje existem várias possibilidades de conceitos e parâmetros que é sustentada por conceitos multiculturais existente.Neste conceito, o nosso dever hoje é resgatar a supremacia da palavra de Deus, logo, são as primeiras coisas, ou seja, buscar primeiro o reino de Deus, como diz o Salmista em seus Versos.  A questão não é ser tão crente ao escutar hinos e/ou escutar mais mensagens durante a semana, mas sim, resgatar literalmente a supremacia – o viver, o nosso relacionamento com a palavra de Deus.Hoje existe uma cultura multicultural, uma cultura diferente de outrora, ou seja, antes a nossa cultura era mono cultural, todos em só conceito, para saber aqui o conceito virgindade era um tabu e quando era falado mexia com o conceito de muitos, tantos cristãos e não cristãos.  Hoje essa faceta e/ou conceitos se tornou uma forma multicultural, não existe regras para a moral, não existe respeito por Deus, respeito pela humanidade, tudo se tornou uma razão desavergonhadas de se pensar, pois o errar quando é voluntário se percebe, mas quando ele persiste esse erro não vai mudar, ou seja, a mentira se torna uma verdade.“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.  Aos Romanos 12:01-02”Falo com veemência dos fundamentos transtornados, perdidos, que estão soltos, abalados, então o que é que o justo pode fazer, ou seja, é voltar ao básico.  Quero dizer que temos que resgatar o básico, logo, digo, que esse resgatar é muito além do pensamos.  Posso dizer aqui o restabelecimento da autoridade da bíblia, a autoridade da bíblia tem que valer por si só, não temos que representar fazer um show no púlpito, ou seja, a respectiva é que a autoridade de Deus para a Igreja é a sua palavra.  Muitos fazem do culto um padrão para sua vida; se o preletor pular, falar em línguas estanhas, palavra de efeito, esse irmão seria o crente milagroso, nesse casso, a bíblia e/ou a palavra de Deus não tem supremacia de si própria.  Quero dizer que por usar a bíblia os escriba também usava, mas usa-lá para a verdade é outra questão; como diz a sagrada escritura: conhecereis a verdade e a verdade vós libertará.  Jesus foi um verdadeiro pregador da palavra de Deus Pai e por causa disso que ELE foi ignorado.  “E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina, porquanto os ensinava com autoridade e não como os escribas. MATEUS 07:28-29” – “ Então, chegaram ao pé de Jesus uns escribas e fariseus de Jerusalém, dizendo: Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos quando comem pão. Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Por que transgredis vós também o mandamento de Deus pela vossa tradição? Porque Deus ordenou, dizendo: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, que morra de morte.”


POR Alexandre Moraes

segunda-feira, 21 de novembro de 2011



A GRAÇA É O SEGREDO - PALHAÇO CEBOLA APROXIMA AS CRIANÇAS DE DEUS ATRAVÉS DAS BRINCADEIRAS. ENTREVISTA COM O PALHAÇO CEBOLA NO MARÉ GOSPEL.
— em Angra dos Reis/RJ - 11/11/2011.


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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pacto de Lausanne


A SABER

                O pacto de Lausaunne foi um congresso mundial de evangelização realizado na Suiça, Lausanne, em 1974, com intuito de uma compreensão das escrituras com relação ao trabalho missionário e suas formas de evangelizar.  Sabe-se que o congresso reuniu cerca de 2.700 participantes, vindo de diferentes regiões do planeta, um encontro que marcou uma grande geração de líderes da igreja de vários continentes.
                O congresso teve uma grande influência no trabalho de missões, uma reflexão ao assunto, trazendo um impacto de debates teológicos e missiológico em nível mundial, esse impacto foi na preparação do missionário para a obra de Deus.
                O que mais chamou minha atenção no documento, que foi chamado de pacto de Lausaunne foi o seu artigo 5º, 6º e 7º que diz:

5. A responsabilidade social cristã

Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.

6. A Igreja e a evangelização

Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma igreja que pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de Deus do que uma instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com ideologias humanas.


7. Cooperação na evangelização

Afirmamos que é propósito de Deus haver na igreja uma unidade visível de pensamento quanto à verdade. A evangelização também nos convoca à unidade, porque o ser um só corpo reforça o nosso testemunho, assim como a nossa desunião enfraquece o nosso evangelho de reconciliação. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional pode tomar muitas formas e não ativa necessariamente a evangelização. Contudo, nós, que partilhamos a mesma fé bíblica, devemos estar intimamente unidos na comunhão uns com os outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se apresse o desenvolvimento de uma cooperação regional e funcional para maior amplitude da missão da igreja, para o planejamento estratégico, para o encorajamento mútuo, e para o compartilhamento de recursos e de experiências.

                                                                                                                               Alexandre Moraes

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A doutrina de Cristo

Podemos resumir que Cristo foi plenamente Deus e plenamente homem, quando se fala de homem ele foi concebido de uma mulher, ou seja, não teve pai no sentido de homem, esse nascimento virginal de Cristo mostra que Cristo é verdadeiramente filho de Deus.  Particularmente acredito que a bíblia, por não ter posto a adolescência de Cristo e que Cristo cresceu como uma criança normal, aprendeu a ler, a escrever, a comer, tinha fraquezas humanas, ou seja, uma criança e/ou criança normal.  O fato de ver, crescer, andar, falar, na época foi difícil considerar que ele era Deus, divino, por sua vez, as pessoas de Nazaré não recebeu Jesus, houve um descrédito ao recebê-lo como Deus, não podendo fazer milagres.
Ainda que a história mostre que Jesus era um homem, certo que isso é notório mas sabendo que a natureza de Jesus foi sem pecado, sendo que esta natureza é posta a natureza humana e a divina, ou seja, ele Jesus, não é só homem é também Deus, não podendo pecar.  Alguns dizem que a natureza de Jesus se divide, mas essa idéia é erronia em se afirmar.  Com base nas escrituras Jesus não poderia pecar, sendo assim Jesus foi tentado e não há duvida que cristo não pecou, de acordo com Aos Hebreus 4:15 “O nosso Grande Sacerdote não é como aqueles que não são capazes de compreender as nossas fraquezas. Pelo contrário, temos um Grande Sacerdote que foi tentado do mesmo modo que nós, mas não pecou.”.  O fato em que Jesus foi tentado de hipótese alguma Deus não pode pecar, sendo assim, Jesus foi tentado de acordo com Tiago 1:13 “Deus não pode ser tentado pelo mal”, essa afirmação é lógica, mas, temos que lembrar que Jesus era também homem e como homem ELE Jesus, nasceu mas sem pecado, sendo que, não poder haver com paradoxo entre Jesus Deus e Jesus homem, ele Jesus era homem e Deus, pois quem nasce em Belém é a natureza humana e o ser divino.  Então o fato, de ter o diabo tentado Jesus, não quer dizer que Jesus pecou ou poderia pecar ao ser tentado.
Jesus não era só plenamente homem, mas também plenamente Deus.  A palavra plenamente divino, não aparece esse termo nas escrituras, mas a igreja usa para expressar a natureza de Cristo ao mundo.  Algumas características afirmam que a bíblia fala que Jesus era e é Deus, a bíblia fala que Jesus é Deus, essa palavra DEUS – TEOS -, mostra a natureza de Jesus; em João 01:01 “Antes de ser criado o mundo, aquele que é a Palavra já existia. Ele estava com Deus e era Deus”; João 1:18 “Ninguém nunca viu Deus. Somente o Filho único, que é Deus e está ao lado do Pai, foi quem nos mostrou quem é Deus”, ou seja, essa passagem mostra que, quem vê Jesus vê o pai, Deus – Romanos 09:01-05 “O que eu digo é verdade. Sou de Cristo e não minto; pois a minha consciência, que é controlada pelo Espírito Santo, também me afirma que não estou mentindo. Sinto uma grande tristeza e uma dor sem fim no coração por causa do meu povo, que é minha raça e meu sangue. Para o bem desse povo, eu mesmo poderia desejar receber a maldição de Deus e ficar separado de Cristo. Eles são o povo escolhido por Deus; ele os tornou seus filhos e repartiu a sua glória com eles. Deus fez suas alianças com eles e lhes deu a lei, a verdadeira maneira de adorar e as promessas. Eles são descendentes dos patriarcas; e, como ser humano, Cristo pertence à raça deles. Que Cristo, que é o Deus que governa todos, seja louvado para sempre! Amém!” -  II Pedro 01:01 “Eu, Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, escrevo esta carta a vocês que, por causa da bondade do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo, receberam uma fé tão preciosa como a nossa”.
A palavra kyrios (grego) é usada para transmitir, um Deus onipotente, para um grego que lê-se essa palavra saberia que estava falando de Jesus, embora usada como um respeito, ela é usada mais de seis mil vezes no novo testamento, que na tradução direta é SENHOR.
Falando do passado, quero dizer no antigo testamento, a palavra é EU SOU, que dizer ELE é o auto existente, YHWH – JAVÉ.  Quando Jesus se revela em apocalipse, ELE Cristo diz: Eu sou, o alfa e o Omega, o princípio e o fim, o apocalipse mostra que Jesus – YESHUA - é Deus, isso sem sombra de dúvida ELE é Deus. 
A expressão filho do homem que o novo testamento diz está associada a ser nascido de uma mulher, ou seja, manifestado em carne, como proferiu Daniel em seu livro, Daniel 07:13-14 “Na mesma visão que tive naquela noite, vi um ser parecido com um homem, que vinha entre as nuvens do céu. Ele foi até o lugar onde estava aquele que sempre existiu e foi apresentado a ele. 14Deram-lhe o poder, a honra e a autoridade de rei, a fim de que os povos de todas as nações, línguas e raças o servissem. O seu poder é eterno, e o seu reino não terá fim.” e que também Estevão viu o filho do homem a direita de Deus, o primeiro a vê Jesus a direita de Deus pai, Atos 07:56 “– Olhem! Eu estou vendo o céu aberto e o Filho do Homem em pé, ao lado direito de Deus”.
João dá ênfase à palavra Filho de Deus, quando aplicado a Cristo em todos os seus atributos, João 20:30-31, “Jesus fez diante dos discípulos muitos outros milagres que não estão escritos neste livro.  Mas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Messias, o Filho de Deus. E para que, crendo, tenham vida por meio dele.”
Pois bem a adoração só pertence a Deus, e sendo assim, Jesus permitiu que fosse adorado, Aos Filipenses 2:09 “Por isso Deus deu a Jesus a mais alta honra e pôs nele o nome que é o mais importante de todos os nomes”,  Aos Hebreus 1:06 “Porém, quando Deus enviou ao mundo o seu primeiro Filho, ele disse: “Que todos os anjos de Deus o adorem.”, esses textos mostra que Jesus aceitou e aceita adoração.

                                                                                                                
                                                                                                                    Alexandre Moraes