domingo, 20 de julho de 2014

Historicidade de ISRAEL X ÁRABES - CONFLITO NO ORIENTE MÉDIO - UMA GUERRA SANTA.




Historicidade de ISRAEL X ÁRABES - UMA GUERRA SANTA.

CONFLITO NO ORIENTE MÉDIO.

Por muito tempo de estudo na faculdade, para tentar intender a historicidade do conflito no oriente médio, como se fosse o mais complexo conflito do mundo, mas na verdade não é tão difícil de entender, e acredito que é o mais difícil de resolver.
Em poucas palavras: Um lado (Árabe) quer o outro lado (Israel-Judeus) morto.

Israel quer existir como estado Judaico e viver em paz.  Israel também conhece os direitos dos palestinos a terem seu próprio estado e a viver em paz, só que a maioria dos palestinos e outros muçulmanos (para saber: Nem todo muçulmano é Árabe e nem todo Árabe é muçulmano), não reconhece o estado de Israel, que por sua vez foi criado em 1948, como resultado do movimento nacionalista na primeira metade do século XX, sendo que, esta criação do estado “Judeu” nacional foi na palestina, que estava secularmente ocupada por populações Árabes, que neste território surgiram o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.

Biblicamente, a historicidade das duas etnias na luz da bíblia ao qual Deus deu a terra de Israel aos descendentes de Abraão através de seu filho Isaque (Judeus-Israel) - GÊNESIS 17:07-19.  O nascimento de Ismael (Árabes) que veio por volta de 13 anos antes do nascimento de Isaque, foi um relacionamento fora da vontade de Deus – Abraão com a escrava egípcia Hagar - GÊNESIS 17:20.  Mas a aliança estabelecida foi com Isaque (Israel) e não com Ismael (Árabes) – “Toda a terra de Canaã, onde agora você é estrangeiro, darei como propriedade perpétua a você e a seus descendentes; e serei o Deus deles”GÊNESIS 17:08.

Tendo Abraão, que significa pai de muitos, após a morte de sua esposa Sara, casou-se com Keturá que deu a Abraão outros filhos, que por sua vez, pais de outros povos Árabes, inimigos também ferrenho dos Judeus, e isso é relatado em Salmos 83, quando Davi suplica a Deus que o livre, por causa de seus inimigos, que também os Ismaelitas era seus inimigos– os descendentes de Ismael.
Por causa da aliança que Deus fez a Isaque (Israel) é que na bíblia é muito comum ler: “Deus de Abraão, Isaque e Jaco”.  Ou seja, Israel e os Árabes são Irmãos - fazendo entre si, uma guerra santa.

O problema histórico atual no entanto é que a maioria dos palestinos e muitos muçulmanos e Árabes não reconhecem o direito de um Estado Judaico em Israel, e isto é tão verdade que desde de 1947, quando as Nações Unidas votaram por dividir a terra chamada palestina em um Estado Judeu e um Estado Árabe.  Sendo assim no ano de 1948 no dia 15 de maio, o governo Britânico decretou para os exércitos de todos os países Árabes vizinho, Líbano, Síria, Iraque, Jordânia e Egito que atacassem o recém criado estado de Israel, a fim de destruí-lo, mas Israel Viveu.
Novamente em 1967, o governo egípcio, por seu ditador Gamal Abdel Nasser ditou seu plano de destruição a Israel, deslocando suas tropas egípcias na fronteira de Israel, e com ele os vizinhos Árabes também, mais uma vez Israel Vive.

Em 1978 Israel fez uma proposta de dar toda a península do sinai com petróleo, assinando um acordo de paz com Egito.  Israel sempre tem estado disposto a fazer a mesma coisa com os palestinos, ou seja, um acordo de paz.
No ano de 2000 Israel esteve proposto a negociar a terra pela paz, dando mais de 95% da margem ocidental e toda Gaza, os lideres palestinos negaram a proposta e enviaram homens bombas “kamikazes” a Israel. 

Essa linha da história não são contadas nas escolas, nos jornais, nas redes sociais, mais sim pelo contrario, exaltão os Árabes, o Hamas, os terroristas e diariamente o Estado Judeu, o povo de Israel é levado a margem como a pior nação do mundo.
Temos que intender o lema do Hamas: “Nós amamos a morte assim como os judeus amam a vida”.  Sendo assim existem espalhadas 22 estados Árabes pelo mundo, mas existe apenas um Estado Judeu no Mundo.
Se um dia Israel parar de lutar pelo seu território, haverá uma destruição do seu Estado Judaico, ou seja, todos os Judeus morrerão.

OREMOS POR ISRAEL.

Por
Alexandre Moraes


sexta-feira, 4 de julho de 2014

ESCATOLOGIA – Estudo e/ou a doutrina das ultimas coisas. Ao fim do mundo.



ESCATOLOGIA – Estudo e/ou a doutrina das ultimas coisas.  Ao fim do mundo.

            O Cristianismo é muito distinto ao falar sobre o fim do mundo.  Estamos acostumados a ver filmes que mostra o fim com uma “Grande Catástrofe” e que o ser humano pode achar uma solução em meio essa catástrofe para viver.  Sendo assim o cristianismo é bem distinto, mesmo que aparenta ser destruidor o fim não é neste sentido.  O fim, Ele é levado a um caminho designado, ou seja, o fim é TELEOLÓGICO, Ele tem um fim para ser atingido.

            É bom ressaltar aqui, que o apocalipse Ele é muito simbólico e que seu autor para escrevê-lo teve que pegar referências no antigo testamento.  No capítulo 20 de apocalipse fala de mil anos que satanás estaria preso, sendo que o capítulo 19 diz sobre a vinda de Jesus.  Se interpretarmos LITERALMENTE teremos 1000 anos LITERAIS do reinado de Jesus Cristo sobre a terra.

            Sendo assim toda a interpretação dos mil anos: os pré-milenistas, os amilenistas, pós-milenistas dependem da medida da interpretação do capítulo 20, que por sua vez, o capítulo 20 de apocalipse é o único a mencionar o reinado de mil anos.  Com a interpretação LITERAL temos sim um reinado de mil anos, mas como não tem outro assunto na bíblia que aponte o reinado de mil anos, esses mil anos têm um sentido simbólico.

            Em outras palavras, esse artigo se refere ao conceito amilenista, não que seja fantasioso, pelo contrário, tudo tem um sentido próprio.  No que se refere à escatologia, “o Estudo do fim dos tempos”, quando que começa o fim do mundo então?  Na realidade Ele já começou desde a primeira vinda de Jesus Cristo: Nos seus milagres, Na sua morte, Na sua ressurreição, Na sua ascensão, No derramamento do Espirito Santo sobre “toda” a carne, No triunfo do evangelho, ou seja, o apocalipse ele não narra os últimos dias (futuro), mas sim o início do fim até o seu final.   Por assim dizer, a 2ª vinda de Jesus.  Então, esteja preparado.



ALGUNS CONCEITOS ESCATOLÓGICOS.


·        AMILENISMO – PLENITUDE
Acredita-se que o reino de Cristo é espiritual, e os membros da igreja são membros deste reino.  O reino foi estabelecido quando cristo veio pela 1ª vez.
O amilenismo interpreta que o diabo foi preso por Cristo de maneira espiritual e foi deixado sem poder para operar contra a igreja de Cristo na terra, para que a obra de evangelizar o mundo e de expandir o reino de Cristo seja cumprida.

·        PRÉ-MILENISMO – Pós tribulação

Acredita-se que depois do regresso de Jesus à terra, Jesus Estabelecerá o reino prometido a nação de Israel, onde Jesus será Rei de Israel, conforme promessa feita a Davi seu pai.
OBJETIVO
No começo deste reinado, os santos do antigo testamento ressuscitarão neste reino de mil anos com seu centro localizado em Jerusalém e se estabelecerá o sisteme de sacrifícios do antigo testamento e todos os habitantes da terra subirão então a Jerusalém, uma vez ao ano, para celebração dos sacrifícios.

CONCEITO

HAVERÁ 3 DIAS DE JUIZO – Durante os mil anos.
1º > O tribunal de cristo – A Igreja receberá os “prêmios e/ou galardões” por suas obras.
2º > O Juízo das nações “vinda de cristo com seus Santos”.
3º > Juízo do grande trono Branco – Será só para os pecadores serem condenados ao lago de fogo ardente.

·        PRÉ-MILENISMO DISPENSACIONALISTA – (Séc. XIX, por volta de 1830)

Acredita-se que no arrebatamento pré tribulacional (sete anos antes da segunda vinda de Cristo.  De acordo com os dispensacionalistas a igreja constitui um parêntesis em relação à Deus com seu povo Israel, ou seja, Deus tratou com os homens com um enfoque, fundamentalmente à nação de Israel.

PARÊNTESIS.

Os Judeus negaram a Cristo como messias em sua primeira vinda e por isso Deus envocou seu plona de SALVAÇÃO aos Gentios, por Paulo.  Sendo assim, pacto só encerará com o arrebatamento da igreja.  Isto acontecerá na ultina semana de Daniel, nos quais Deus restaurará o pacto com seu povo Israel.


·        PÓS-MILENISMO

Acredita-se que a igreja chegará a dominar o mundo e o poder da igreja será todo governado.  Os mil anos de paz são às vezes literais e às vezes figurativos, mas são uma referencia aos últimos mil anos ou tempo da igreja sobre a face da terra.  Depois que a igreja haja completado esta tarefa de conquistar o mundo e trazer a paz mundial por meio do evangelho, JESUS CRISTO voltará a terra para julgar os vivos e mortos e depois virá o reino eterno.
Sendo assim não veem o reino futuro de Israel, pois o Israel de Deus é a igreja do Cristo.

·        DISPENSACIONALISMO PROGRESSIVO – 1986

Acredita-se que não há diferença entre Israel e a igreja, mas vê a igreja como um mesmo corpo com os crentes do antigo testamento.  Os eventos finais são vistos da mesma maneira que os dispensacionalistas, com a única exceção: que os pós-tribulacionistas creem que a igreja será perseguida junto com Israel.

 04/07/2014
Por
Alexandre Moraes

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