quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ NO PENSAMENTO REFORMADO, A PARTIR DO RENASCIMENTO



A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
NO PENSAMENTO REFORMADO, A PARTIR DO RENASCIMENTO

Conforme o autor da monografia (Ebson Magno Silva Moreira) apresentada para este ensaio, Deus antes da fundação do cosmo (UNIVERSO) já traçou o plano de salvação para a humanidade que por causa da queda de adão trazendo co a santíssima trindade o Pacto da redenção.
            sendo assim, o homem antes da queda o homem pode dominar, governar o jardim do Éden dando nomes aos animais, que por sua vez desobedecendo a ordenança do SUPREMO criador, pela sua desobediência a humanidade, ou seja, após adão, recebe o castigo do ETERNO com a morte, e o seu sustento com o seu trabalho, sendo assim com o seu suor.
            conforme a desobediência de adão, o Eterno antes mesmo da criação, sabendo que o homem iria desobedecer, já tinha em seu “projeto” o Pacto da Redenção.
            Já entre os séculos II a XVI a doutrina pela fé se tornaram nas escuras, enquanto já no século XVI esse tema tem uma força maior, entra em vigor o ensino.
            O antigo testamento trás a ideia da justificação numa perspectiva jurídica, no sentido de punir o pecador pelos seus pecados, trazendo a condenação do errante, “desobediente”, sendo assim os JUIZES tinham que julgar conforme a desobediência.  A lei era como “aio” que conduzia, mostrava o pecador o seu pecado, o no seu cumprimento “LEI” viveria, multiplicaria e possuía a terra que o ETERNO prometeu. , sendo assim para o judeu o cumprimento concreto da lei era o caminho que o justificava perante Deus.
            Já no novo testamento a justificação, vem pela morte de Jesus Cristo, pelo Pacto da Redenção, onde o Filho concordou em se tornar homem, ser representante da humanidade, obedecer às exigências do pacto das obras e pagar o preço do pecado em favor dos homens.
            O apostolo Paulo enfatiza essa exigência aos romanos 03:20-26, mostrando a soberania de Deus em justificar a humanidade, não pelo mérito, mas pela graça, pois TODOS pecaram em Adão e sendo assim TODOS carecem da glória de Deus.
            O apostolo Paulo enfatiza aos Romanos 04:20-22  que as obras da LEI antes de Moises foi imputada pela fé
 e não pelas obras.  Neste caso, o assunto que Paulo menciona é Abraão que pela fé levou seu filho para o sacrifício e que em meio ao ritual Isaque foi substituído por uma Ovelha no monte Moriá.
            No velho testamento Deus dá a Israel os dez mandamentos a Israel
 e em seguida a construção de um altar para oferecer sacrifícios para expiar sua incapacidade de manter a lei e que mais tarde Deus ordena que constrói um tabernáculo que serviria para expiação, justificação e gratidão passaram serem realizados no monte Moriá (II Crônicas 03:01), e que por sua vez, Jesus Cristo foi crucificado nalgum lugar no monte Muriá, precisamente no Gólgota  em hebraico, (João 19:17).
            Na doutrina no novo testamento, Paulo faz um estudo sistemático da redenção, ele aborda a ira de Deus contra a depravação pecaminoso dos homens, culpados e condenados pela incapacidade de justifica-se pelas obras da lei, e que apresenta uma solução para a justificação somente pela graça mediante a fé em Cristo, tendo assim a paz com Deus.
            Paulo fala “que ninguém será justificado diante dele (Deus) por obras da lei, em razão de qu pela lei vem o pleno conhecimento do pecado” (Romanos 03:20), sendo assim não apenas a lei de Moises, mas sim pelas boas obras de qualquer tipo e não importa se judeu ou gentil, mas pela graça por meio de Jesus Cristo; (Aos Romanos 03:21-26).
            Paulo compara a obra reconciliadora de Cristo [ira de Deus] no ato da desobediência de Adão, que diz aos Romanos 05:18, “por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida”.
            A doutrina antes da Reforma, no período chamado Patrístico (100-500), foi uma época com grande defesa da fé cristã, já no período chamado Medieval (500-1500), é relacionado um período de tensões entre cristãos de Constantinopla e Roma.
            No período Patrístico, Pelágio, um monge britânico que residia em Roma, na segunda década do século V, opôs-se contra a devassidão moral da igreja romana e argumentou a “necessidade de auto-aperfeiçoamento constante à luz do Antigo Testamento e do exemplo de Cristo”.27 Sua postura teológica negava a graça divina e apoiava a autonomia humana, ao afirmar que o homem era capaz de ter iniciativa para a salvação.
            Agostinho de Hipona, convertido ao Cristianismo em Milão (norte da Itália), nomeado bispo de Hipona em 395, reagiu ao pelagianismo reafirmando a “prioridade da graça de Deus em todos os estágios da vida cristã, desde seu início até o seu fim.
Alexandre Pereira de Moraes