segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

REVISÃO DOS CINCO PONTOS CALVINISTA


UMA REVISÃO DOS CINCO PONTOS CALVINISTA

·         DEPRAVAÇÃO TOTAL

Em decorrência da queda de Adão o homem ficou totalmente inabilitado espiritualmente, em Adão todos morreram, a palavra de Deus diz que o homem ficou inabilitado a fazer qualquer coisa espiritualmente agradável a Deus, sego escravo do pecado e morto espiritualmente.  Em Salmos 51 diz que: “fui concebido em pecado, em pecado me concebeu minha mãe”.  O homem não tem o livre poder de eleger o bem, ou seja, somente o mal.  O homem por si só não é capaz de responder positivamente o evangelho, o pecado original fez do homem escravo de satanás, servo do pecado a caminho do inferno, totalmente longe de Deus, pervertido, corrompido em todos os seus caminhos.  Aos Romanos 03:10-12 diz: “como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só”.  Por causa de Adão veio o juízo.  Se o espírito Santo não agir no coração na mente do homem Ele não pode ser vivificado espiritualmente.  Pela graça sois Salvos, Aos efésios 02:08-09.  Coube a Deus nós dá esse presente, a Salvação, pois todos pecaram.

·         ELEIÇÃO INCONDICIONAL

A salvação de nossa alma não se baseia em nem um mérito ou virtude nossa, mas unicamente no amor e na misericórdia de Deus, ou seja, fé e arrependimento são resultados da graça e não condições para salvação.  A fé é dom de Deus e que por sua a vez a fé não é de todos.  O amor de Deus é incondicional, apesar de nossos pecados Deus resolveu nós Salvar pela graça de forma incondicional.  João 15:16 diz: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda”.  João 06:37; 39; 65, 13:18, 15:16, 17:24, ou seja, o homem não pode escolher Deus. 

·         EXPIAÇÃO LIMITADA

A morte de Jesus assegurou para todos quanto ELE substituiu, com a morte de Jesus na Cruz veio a justificação, regeneração, santificação, glorificação, adoção, salvação exclusivamente pelos méritos do sacrifício de Jesus Cristo, ou seja pelo que Jesus vez na Cruz, e vez pela sua igreja e ninguém mais. Mateus 01:21 que diz: “E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”.  Jesus morreu pela sua igreja, a Salvação é LIMITADA.

·         GRAÇA EFICAZ

O chamado de Deus é irresistível a ação do poder do Espírito Santo no coração não pode ser resistida, Deus restaura a visão espiritual, e Deus pelo poder do Espírito ele produz fé, arrependimento, libertação, santificação, regeneração.  Aos romanos 08:28 diz: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto”.  João 01:12-13 diz “Porém alguns creram nele e o receberam, e a estes ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus. Eles não se tornaram filhos de Deus pelos meios naturais, isto é, não nasceram como nascem os filhos de um pai humano; o próprio Deus é quem foi o Pai deles”.  Filipenses 02:13; Hebreus 12:02.

·         PERSEVERANÇA DOS SANTOS

Deus intervém e escolhe incondicionalmente com graça, Ele morre na cruz para nós salvar, liberta pelo poder, habita, transforma, regenera, santifica, adota, glorifica e salva para sempre.  Aos Romanos 08:38-39 “Pois eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo. Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor”.
Filipenses 01:06, Lucas 10:20, João 04:14, 06:47; 51, 10:27-29, Hebreus 10:14, Jeremias 32:40.  Pecar é possível apostatar-se nuca.

Por Alexandre Moraes

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ NO PENSAMENTO REFORMADO, A PARTIR DO RENASCIMENTO



A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
NO PENSAMENTO REFORMADO, A PARTIR DO RENASCIMENTO

Conforme o autor da monografia (Ebson Magno Silva Moreira) apresentada para este ensaio, Deus antes da fundação do cosmo (UNIVERSO) já traçou o plano de salvação para a humanidade que por causa da queda de adão trazendo co a santíssima trindade o Pacto da redenção.
            sendo assim, o homem antes da queda o homem pode dominar, governar o jardim do Éden dando nomes aos animais, que por sua vez desobedecendo a ordenança do SUPREMO criador, pela sua desobediência a humanidade, ou seja, após adão, recebe o castigo do ETERNO com a morte, e o seu sustento com o seu trabalho, sendo assim com o seu suor.
            conforme a desobediência de adão, o Eterno antes mesmo da criação, sabendo que o homem iria desobedecer, já tinha em seu “projeto” o Pacto da Redenção.
            Já entre os séculos II a XVI a doutrina pela fé se tornaram nas escuras, enquanto já no século XVI esse tema tem uma força maior, entra em vigor o ensino.
            O antigo testamento trás a ideia da justificação numa perspectiva jurídica, no sentido de punir o pecador pelos seus pecados, trazendo a condenação do errante, “desobediente”, sendo assim os JUIZES tinham que julgar conforme a desobediência.  A lei era como “aio” que conduzia, mostrava o pecador o seu pecado, o no seu cumprimento “LEI” viveria, multiplicaria e possuía a terra que o ETERNO prometeu. , sendo assim para o judeu o cumprimento concreto da lei era o caminho que o justificava perante Deus.
            Já no novo testamento a justificação, vem pela morte de Jesus Cristo, pelo Pacto da Redenção, onde o Filho concordou em se tornar homem, ser representante da humanidade, obedecer às exigências do pacto das obras e pagar o preço do pecado em favor dos homens.
            O apostolo Paulo enfatiza essa exigência aos romanos 03:20-26, mostrando a soberania de Deus em justificar a humanidade, não pelo mérito, mas pela graça, pois TODOS pecaram em Adão e sendo assim TODOS carecem da glória de Deus.
            O apostolo Paulo enfatiza aos Romanos 04:20-22  que as obras da LEI antes de Moises foi imputada pela fé
 e não pelas obras.  Neste caso, o assunto que Paulo menciona é Abraão que pela fé levou seu filho para o sacrifício e que em meio ao ritual Isaque foi substituído por uma Ovelha no monte Moriá.
            No velho testamento Deus dá a Israel os dez mandamentos a Israel
 e em seguida a construção de um altar para oferecer sacrifícios para expiar sua incapacidade de manter a lei e que mais tarde Deus ordena que constrói um tabernáculo que serviria para expiação, justificação e gratidão passaram serem realizados no monte Moriá (II Crônicas 03:01), e que por sua vez, Jesus Cristo foi crucificado nalgum lugar no monte Muriá, precisamente no Gólgota  em hebraico, (João 19:17).
            Na doutrina no novo testamento, Paulo faz um estudo sistemático da redenção, ele aborda a ira de Deus contra a depravação pecaminoso dos homens, culpados e condenados pela incapacidade de justifica-se pelas obras da lei, e que apresenta uma solução para a justificação somente pela graça mediante a fé em Cristo, tendo assim a paz com Deus.
            Paulo fala “que ninguém será justificado diante dele (Deus) por obras da lei, em razão de qu pela lei vem o pleno conhecimento do pecado” (Romanos 03:20), sendo assim não apenas a lei de Moises, mas sim pelas boas obras de qualquer tipo e não importa se judeu ou gentil, mas pela graça por meio de Jesus Cristo; (Aos Romanos 03:21-26).
            Paulo compara a obra reconciliadora de Cristo [ira de Deus] no ato da desobediência de Adão, que diz aos Romanos 05:18, “por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida”.
            A doutrina antes da Reforma, no período chamado Patrístico (100-500), foi uma época com grande defesa da fé cristã, já no período chamado Medieval (500-1500), é relacionado um período de tensões entre cristãos de Constantinopla e Roma.
            No período Patrístico, Pelágio, um monge britânico que residia em Roma, na segunda década do século V, opôs-se contra a devassidão moral da igreja romana e argumentou a “necessidade de auto-aperfeiçoamento constante à luz do Antigo Testamento e do exemplo de Cristo”.27 Sua postura teológica negava a graça divina e apoiava a autonomia humana, ao afirmar que o homem era capaz de ter iniciativa para a salvação.
            Agostinho de Hipona, convertido ao Cristianismo em Milão (norte da Itália), nomeado bispo de Hipona em 395, reagiu ao pelagianismo reafirmando a “prioridade da graça de Deus em todos os estágios da vida cristã, desde seu início até o seu fim.
Alexandre Pereira de Moraes

sábado, 21 de julho de 2012

VIDA CRISTÃ uma verdadeira prática apologética


Sabe-se que a igreja de Cristo está sofrendo, o cristianismo está sobre forte ataque com o surgimento de novas ou até mesmo de seitas, heresias antigas.
         Desde muito tempo, o cristianismo vem sofrendo forte ataques frontais, posso citar aqui o governo de Roma que perseguia a igreja do Senhor, e que também ao se participar da ceia do Senhor diziam que os Cristãos comiam corpos e bebiam sangue de pessoas.   Para esclarecer estas acusações, perseguições e o surgimento de novas heresias, de ateus, céticos e outras religiões é que a apologética vem em defesa da fé cristã.
            Na epistola de Pedro ele ressalta a necessidade da razão a defesa da fé (1 Pedro 03:15 - antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós).   Mas o que é a apologética no seu teor etimológico, que é dar uma razão ou defesa a “favor” da palavra de Deus.   Muitos têm sido contra a defesa, com a “luz da razão” do raciocínio, da dialética a favor da fé cristã.  Muitas objeções para este tipo de defesa surgi, dizendo que a bíblia não precisa de ser defendida ou simplesmente ser exposta, “pois a palavra de Deus e viva e poderosa – Hebreus 4:12”, sendo assim essa alegação não confere, pois como prova dos meus argumentos tenho que ter evidências para a minha argumentação bíblica.   Jesus deu evidências, como sinal de que ele era o ungido de Deus, falando de sua ressurreição – Mateus 12:39-40, que perdoar os pecados, curando os enfermos.   O propósito dos milagres de Jesus, não foi um entretenimento para as pessoas, mas foi uma ação apologética, ou seja, o de confirmar que ele realmente era e é o ungido de Deus.   Usando as evidências como prova.
            No que se falar do apostolo Paulo, que com fervor ele atribuía apologética em seus discursos inflamados de tanta veracidade que até no Areópago ele consegui seguidores para Cristo, pois Paulo pregava a Jesus e a sua ressurreição e rogava para o culto racional – Romanos 12.
            Sabe-se que o uso da fé é essencial para agradar a Deus, pois sem fé é impossível agrade-lhe.   Alguns argumentam que não precisa da razão para acreditar, que isso desagradaria a Deus.   Mas também como vou acreditar se não tenho evidências básicas para que o ato de fé possa aflorar, nascer.   O texto de Aos Hebreus 11, não diz que com a razão é impossível agradar a Deus, diz que sem fé, ou seja, não descarta a hipótese da razão, que por sua vez, obtendo uma fé racional.
            Sendo assim o homem natural não entende as verdades espirituais, o homem não aceita as coisas que vem do espírito de Deus.   O homem sabe da existência de Deus, sabe que ELE tudo faz, mas não aceita “Deus” em seu coração, isso por causa das conseqüências morais que isso teria na sua vida pecaminosa.   


POR Alexandre Moraes