quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A IGREJA NA PÓS-MODERNIDADE


         O discernimento dos conceitos da pós-modernidade é de difícil percepção pelo fato de serem bem próxima da verdade.  Um caráter de Jeremias vem diminuindo e em quanto o Caráter de Hananias tem se multiplicado, uma nação que perderam seus paladares, nação que não sabem distinguir a palha e o trigo.
            Estamos em um grande desafio da pós-modernidade, lideres que tenta de muitos modos encher seus templos com entretenimento com suas corrente de pensamento positivista. Crentes que cantam hinos para a sua própria exortação, cantam para o seu próprio orgulho, crentes que se esqueceram de viver de passar pela cruz.
            O caráter cristão vem se perdendo pela crise de "fé" e digo de fé em Cristo em crer somente,  ou seja, em obedecer verdadeiramente as ordenanças de Cristo. A cada dia que passa o crente vem se perdendo em uma linha de pensamentos positivistas (coach) que mais se parecem com rituais de espiritismo, bruxarias, aonde a fé vem se escondendo literalmente por trás dos rituais, vamos dizer assim, um ritual religioso.
            A teologia da prosperidade ou da multiplicação" vem destruindo o caráter real que Cristo colocou e essa ideologia vem rondando os cristãos, vem invadindo e descaracterizando a missão da igreja de levar as boas novas. Sabe-se que, à quase 50 anos atrás quando se falava de missões a igreja vibrava com a pronúncia de fazer missões.  Hoje quando se fala em missões e o pregador convida pessoas para fazer missões a igreja se cala.  Também essa teologia de "multiplicação" vem destruindo a esperança e/ou anseio no céu.  Não se fala mais nos cultos sobre a salvação, a vinda de cristo – o grande dia do senhor e o juízo.  Pastores exerce mais o "coaching" do que ensinar as ovelhas sobre a vinda do senhor.  
Quando criança eu ouvia muitos irmãos ensinando sobre o juízo, a vinda de Cristo e chegava ao ponto de sonhar com a vinda de Cristo por tanto que os irmãos falavam sobre o grande dia do Senhor.  "Sonhei que Cristo tinha vindo e corri para a igreja e vi que não tinha ninguém lá".
            Essa ideologia da teologia da prosperidade banalizou a ortodoxia e a hermenêutica bíblia, desvirtuando a verdade de Deus, fundamentando suas heresias e farsas e que por sua vez, muitos apostataram da fé.  Não estou falando que devemos fazer apologia a pobreza, mas simplesmente refiro sobre a substituição do sacrifício que Cristo fez na cruz pelos nossos pecados por cultos incrementados com barganhas religiosas, como um grande MARKETING RELIGIOSO. 
Quero citar sobre o que é ser prospero em Deus.  Cito Josué 01:08, “Não se aparte da tua boca o livro desta Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho e, então, prudentemente te conduzirás." e Salmos 01:03 “Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará”.

Por Alexandre Moraes

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