terça-feira, 3 de setembro de 2013

Paulo e a Lei - 2ª Parte

                                                             PAULO E A LEI 2ª PARTE


Sendo assim, a vida eterna é assegurada a todo israelita, então, no campo da eleição, pertence a salvação o povo do pacto, com seus méritos individuais ou não, pois que, já está assegurada a salvação que por uma vez se tornou um povo que Deus supostamente beneficiou de maneira grande e que com pecados ou não se salvaria.   Para saber: o que posso dizer então dos legalistas puritanos que segue uma vida regrada pela legalidade com a certeza da salvação pelas suas obras.   “Os puritanos com seu legalismo, teriam conectado a certeza de salvação à santidade e não da fé salvadora, como Calvino supostamente acreditava... Não precisamos dos puritanos para compreender que a bíblia ensina claramente que fomos eleitos para santificação, e que sem santificação ninguém verá ao Senhor (Hb. 12:14)”², ou seja, santidade e fé são campos extremamente deferente e longe do outro, mas são os dois lados de uma moeda.
            Paulo, “Saulo”, como um praticante da lei, tinha uma vida de obediência legalista à lei (Fil. 03:5,6) e que exercia as tradições orais (Gál. 1:14).   Paulo como fariseu que era, convicto da salvação pelas obras, até perseguir a Igreja de Jesus para o cumprimento da lei rabínica, mas após o encontro de Jesus Cristo no caminho de damasco, o que ELE pensava ser justiça agora se trona a própria essência da lei do pecado (Rm. 07:11, 14-21, 25).
            No encontro de Jesus Cristo, o messias, com Paulo em damasco, literalmente veio sobre ele à luz, mas à luz da racionalidade da lei messiânica.   Paulo fica as escuras por causa da racionalidade da graça de Jesus que entra em choque com a lei do si próprio e cai por terra e descobre que a lei de Deus é muito além da lei que era a base das obras judaicas que levavam ao orgulho e a ostentação da salvação.  Por sua fez Paulo começa a entender que a lei era o aio que mostrava, conduzia-o para o entendimento do pecado “letra”, e começa uma nova era a onde ELE próprio declara que após Cristo tudo se fez novo (II Cor 05:17) e que esse novo pacto é o Espírito Santo, “uma dispensação de vida e justiça (II Cor 03:06)” ³.
            A lei em Cristo assume um papel totalmente diferente, assumia um perspectiva que a lei não seria mais um código escrito exteriormente como diziam os profetas e rituais orais, mas sim uma lei escrita dentro, enraizada, no coração do homem, (Jer.31:33), sendo o próprio Deus o legislador, o Juiz.
            No campo da ação e reação o velho pacto era um código e que era posto para os o povo do pacto “homem” para ser cumpridos, quando não era cumprido e/ou fracassado a própria lei os condenava à morte, mas o novo pacto era escrito dentro do coração e que o Espírito Santo impulsionava e/ou impulsiona o homem à viver na justiça da lei de Deus, (Rom. 10:04).

            Diante disto Paulo declara que a vida do crente em Cristo tem uma nova vida e o fim da lei é Cristo, e deste que o homem morreu para o antigo pacto e vive para o novo, ou seja, o crente foi marcado, identificado com a morte e ressurreição de Cristo, (Gál. 02:19).

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