PAULO E A LEI 2ª PARTE
Sendo assim, a vida eterna é assegurada a todo israelita, então, no campo da eleição, pertence a salvação o povo do pacto, com seus méritos individuais ou não, pois que, já está assegurada a salvação que por uma vez se tornou um povo que Deus supostamente beneficiou de maneira grande e que com pecados ou não se salvaria. Para saber: o que posso dizer então dos legalistas puritanos que segue uma vida regrada pela legalidade com a certeza da salvação pelas suas obras. “Os puritanos com seu legalismo, teriam conectado a certeza de salvação à santidade e não da fé salvadora, como Calvino supostamente acreditava... Não precisamos dos puritanos para compreender que a bíblia ensina claramente que fomos eleitos para santificação, e que sem santificação ninguém verá ao Senhor (Hb. 12:14)”², ou seja, santidade e fé são campos extremamente deferente e longe do outro, mas são os dois lados de uma moeda.
Sendo assim, a vida eterna é assegurada a todo israelita, então, no campo da eleição, pertence a salvação o povo do pacto, com seus méritos individuais ou não, pois que, já está assegurada a salvação que por uma vez se tornou um povo que Deus supostamente beneficiou de maneira grande e que com pecados ou não se salvaria. Para saber: o que posso dizer então dos legalistas puritanos que segue uma vida regrada pela legalidade com a certeza da salvação pelas suas obras. “Os puritanos com seu legalismo, teriam conectado a certeza de salvação à santidade e não da fé salvadora, como Calvino supostamente acreditava... Não precisamos dos puritanos para compreender que a bíblia ensina claramente que fomos eleitos para santificação, e que sem santificação ninguém verá ao Senhor (Hb. 12:14)”², ou seja, santidade e fé são campos extremamente deferente e longe do outro, mas são os dois lados de uma moeda.
Paulo, “Saulo”, como um praticante
da lei, tinha uma vida de obediência legalista à lei (Fil. 03:5,6) e que
exercia as tradições orais (Gál. 1:14).
Paulo como fariseu que era, convicto da salvação pelas obras, até
perseguir a Igreja de Jesus para o cumprimento da lei rabínica, mas após o encontro
de Jesus Cristo no caminho de damasco, o que ELE pensava ser justiça agora se
trona a própria essência da lei do pecado (Rm. 07:11, 14-21, 25).
No encontro de Jesus Cristo, o
messias, com Paulo em damasco, literalmente veio sobre ele à luz, mas à luz da
racionalidade da lei messiânica. Paulo
fica as escuras por causa da racionalidade da graça de Jesus que entra em
choque com a lei do si próprio e cai por terra e descobre que a lei de Deus é
muito além da lei que era a base das obras judaicas que levavam ao orgulho e a
ostentação da salvação. Por sua fez
Paulo começa a entender que a lei era o aio que mostrava, conduzia-o para o
entendimento do pecado “letra”, e começa uma nova era a onde ELE próprio
declara que após Cristo tudo se fez novo (II Cor 05:17) e que esse novo pacto é
o Espírito Santo, “uma dispensação de vida e justiça (II Cor 03:06)” ³.
A lei em Cristo assume um papel
totalmente diferente, assumia um perspectiva que a lei não seria mais um código
escrito exteriormente como diziam os profetas e rituais orais, mas sim uma lei
escrita dentro, enraizada, no coração do homem, (Jer.31:33), sendo o próprio
Deus o legislador, o Juiz.
No campo da ação e reação o velho
pacto era um código e que era posto para os o povo do pacto “homem” para ser
cumpridos, quando não era cumprido e/ou fracassado a própria lei os condenava à
morte, mas o novo pacto era escrito dentro do coração e que o Espírito Santo
impulsionava e/ou impulsiona o homem à viver na justiça da lei de Deus, (Rom.
10:04).
Diante disto Paulo declara que a
vida do crente em Cristo tem uma nova vida e o fim da lei é Cristo, e deste que
o homem morreu para o antigo pacto e vive para o novo, ou seja, o crente foi
marcado, identificado com a morte e ressurreição de Cristo, (Gál. 02:19).
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